24 de julho de 2014: Data demarcatória da mudança na História do Brasil.

Ter, 01 de Julho de 2014 01:30 Acessos: 5181
Imprimir

10502352 670519713042178 611036175230066201 n

http://www.francodarochanews.jex.com.br/acontece+agora
Povos indígenas brasileiros: As cobaias nas mãos dos poderosos. 
24 de julho de 2014: Data demarcatória da mudança na História do Brasil.

 

FRANCO DA ROCHA NEWAS, 01 DE JUNHO DE 2014 - 00.OO
COLUNA ACONTECE AGORA -http://www.francodarochanews.jex.com.br/acontece+agora
Povos indígenas brasileiros: As cobaias nas mãos dos poderosos. 
24 de julho de 2014: Data demarcatória da mudança na História do Brasil. 

<iframe width="600" height="338" src="//www.youtube.com/embed/uW99N38i76A" frameborder="0" allowfullscreen></iframe>

A partir de 25 de julho de 2014 o nosso Brasil, esse país de dimensões continentais, onde todas as raças estão representadas e quase todas as nacionalidades do mundo tiveram seu papel na formação de seu povo, não vai mais ter a mesma imagem a que nos acostumamos em seus 514 anos de caminhada na história de sua formação. 

Se não revogada sua vigência dentro de nossa Nação, da Convenção 169, dessa organização dos poderosos aplaudidos por seus vassalos pobres, intitulada OIT – Organização Internacional do Trabalho - acoplada à outra com poderes ilimitados das nações bélicas poderosas sobre o mundo, vulgo ONU – Organização das Nações Unidas – passará a ser parte integrante dos dispositivos da Constituição que rege o sistema institucional do Brasil, com organismos internacionais autorizados e dotados de força (leia-se OTAN e seus Estados satélites agregados) para remodelar o território brasileiro, sua formação geopolítica, seu povo, seu governo. 

Na prática, a castração da soberania brasileira nos moldes de hoje. 

Nossa Nação será a primeira do mundo que admite livremente em sua Carta Magna, dispositivos constitucionais gerados fora de seu próprio Estado, alheios à vontade de seu povo, sem origem em seu Poder Legislativo, o único representativo de sua vontade. 

O mais brutal nesse desenrolar dos acontecimentos: isso não foi imposto ao Brasil pela comunidade internacional. Não podemos culpá-los por esse desfecho contra nossa Nação. Mas surgiu por obra e graça de uma meia dúzia de brasileiros com poderes para tanto, que foram levados ao Governo da República Federativa do Brasil durante menos de duas décadas, pelo voto livre de seu povo. Legitimados, portanto. 

Serão 29 dias na vida de nossa Nação como a conhecemos, se nada for feito nesse mísero espaço do tempo. E ainda há tempo suficiente para isso. O silêncio e omissão daqueles com poderes para tanto é assustador. Mais assustador ainda é a constatação da ignorância – ou sua livre conivência com os fatos - desses legitimados com poderes nas mãos para reverter esse nosso triste destino. E por que também não incluir nesse silêncio e inércia a grande massa dos cidadãos brasileiros e a grande imprensa irresponsável com sua omissão? 

O Brasil que os portugueses levaram mais de 300 anos para construir e nos entregar de mãos beijadas, de graça e na paz, é destruído em menos de duas décadas e entregue a nações nele interessadas, também de graça pela criminalidade de lesa pátria, de alguns brasileiros impatriotas que nem deveriam ser chamados de brasileiros. 

A partir de 25 de julho, prazo fatal, nossa Nação poderá constitucionalmente ser desmembrada, em decisão na ONU, em 216 novas nações. E quase todos os Estados da Federação Brasileira serão atingidos. Beirando a cidade de São Paulo, no Pico do Jaraguá, vamos ter um outro país: o Monte Pascal, símbolo do descobrimento do Brasil, não será mais Brasil. Pertence a uma demarcação indígena já levada a cabo e aprovada, com seu Plano de Gestão Territorial autônomo publicado e em vigor, para o Povo Pataxó de Barra Velha, em parceria da FUNAI com a GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit GmbH –http://www.giz.de/eu/worldwide/12500.html), com sede na Alemanha. Instituição vinculada ao Ministério do Desenvolvimento alemão, a serviço da comunidade internacional com interesses na Amazônia brasileira e executora local de todos os trabalhos de demarcações das Terras Indígenas nas últimas décadas, incluindo nelas as terras fronteiriças brasileiras. 

Lembremos aqui que as faixas de fronteiras nacionais são constitucionalmente terras devolutas da União e indisponíveis para quaisquer usos que sejam e garantidoras da segurança e soberania do Brasil. Elas foram entregues às potências mundiais, a caminho do domínio de grande parte do território brasileiro, para livre disposição nas mãos dessa instituição alemã, a GIZ, sua executora, e o Brasil ainda chega ao despropósito de agradecê-los por sua invasão, quando caberia ao Ministério da Defesa Brasileiro e nossas Forças Armadas a incumbência da tarefa junto a FUNAI. A preservação e proteção da soberania nacional caíram em suas funções institucionais. 

Nos entregamos irreversivelmente ao comando da ONU para tal decisão. Em bom português: às nações bélicas poderosas que hoje comandam o mundo. Muitas delas já participando da vida política do Estado Brasileiro, dentro da FUNAI e outros órgãos governamentais. E para espanto de qualquer cidadão que ainda preza sua Nação, com representantes sentados dentro da Casa Legislativa Brasileira, como abertamente constatada na Audiência Pública sobre a Convenção 169 da OIT-ONU, convocada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados e realizada em 03-06-2014. 

Nessa Audiência, quase totalmente ignorada pela imprensa amordaçada ou conivente com os atos da governança internacionalista comunista bolivariana brasileira, era maior a presença de representantes estrangeiros do que de brasileiros. 

Ninguém mais, em sã consciência, pode ainda acreditar que Nações Indígenas foram criadas no Brasil, para uso soberano de algumas centenas de milhares de índios, brasileiros ou não, demarcadas a dedo por organizações e ONGs estrangeiras, financiadas e com seus Planos de Gestão Territoriais autônomos redigidos por elas, usando a FUNAI como escudo. 

E nossa governança internacionalista vermelha presta tributos a tal ingerência na soberania nacional, imprimindo a GIZ em capa de publicação de todos esses Planos até agora já vigorantes, com os devidos «agradecimentos» à sua «colaboração» aos assaltos e crimes que estão sendo praticados contra a Nação brasileira. 

Como já dito, quase todos os Estados da Federação serão atingidos, com consequências devastadoras. 

Terão seus territórios reduzidos, com grandes perdas para alguns deles, como o Estado de Roraima que sumirá do mapa atual do Brasil. E mesmo que restando algo em território nominalmente brasileiro, será um Estado Fantasma, com o resto que sobrar das parcelas ricas do Estado atual, sem fronteiras com o resto da nação, cercado por todos os lados por Nações Indígenas. Ainda fica a ver no futuro se continuará a preencher as condições de Estado Federativo ou se terá de voltar à condição de Território. 

Municípios desaparecerão por completo da divisão político-demográfica dos Estados. Outros, por não atingirem mais o mínimo de habitantes necessário à sua autonomia administrativa como prescrito em lei, terão de ser redistribuídos e anexados àqueles que ainda poderão institucionalmente continuar a existir. 

Órgãos Judiciários, Administrativos e Eleitorais desaparecerão junto com municípios extintos e tudo terá de ser reestruturado administrativamente no país que vai restar de Brasil. Tudo indica que até o Congresso Brasileiro será atingido em sua formação. 

A HERANÇA MALDITA ENTREGUE À NACAO POR SOMENTE 3 PRESIDENTES e seus atos no Poder no espaço inimaginável de 20 anos. E aos brasileiros será entregue a barbaridade dessa conta a pagar. Pergunto-me cada dia mais estupefata, como tudo isso foi possível acontecer embaixo dos olhos de quase 200 milhões de pessoas. 

O cenário no qual hoje pretendo me alongar se inicia a partir de 25 de julho, a continuar em vigor no Brasil a Convenção 169 aqui tratada. 

A movimentação internacional já se faz perceptível, no caminho que buscaram para o desfecho final contra o Brasil. Pedido diretamente à ONU de declaração de independência das Nações Indígenas Brasileiras, usando mais uma vez nossos índios como motivo para acobertar seus interesses, será mais rápido do que seria nosso desejo. As lideranças indígenas estão amplamente preparadas e assessoradas, e ninguém mais se admira de seu conhecimento acerca de seus direitos no âmbito internacional e contra o Brasil. 

Já temos um exemplo vivo do que nos espera pela frente. Os índios da Reserva Raposa Serra do Sol em Roraima já começaram seu êxodo de volta à vida que levavam nos arredores de Boa Vista. Não sabendo mais viver nas selvas – como a maioria da população brasileira indígena – e privados dos costumes culturais aos quais já estavam integrados há séculos no meio da população nacional, retornam às suas origens de hoje, deixando em seu rastro, nas mãos de estrangeiros, o vazio de suas terras, as quais em seu nome foram desanexadas do controle nacional, em faixa de fronteira onde, por razoes de segurança à soberania nacional, jamais deveriam ser. 

O que o índio brasileiro ainda não sabe é o que vai passar a ser sua vida pós-independência. Mais de dois terços da população indígena brasileira não vive mais nas selvas, nem 30% de seu povo fala algum idioma próprio. Atualmente residem nas periferias de cidades, trabalham na agricultura do homem branco ou até na indústria em áreas urbanas, se alimentam do que compram em supermercados e estão providos de tudo quanto é tecnologia que torna a vida mais fácil, andam de ônibus ou de carro com celulares na orelha, vivem na frente de televisão e com PC circulam por todos os lados conectados com o mundo pela Internet. 

Nossa população indígena não vive mais da caça e pesca. Vivem das bolsas sociais garantidas a todos os brasileiros sem condição financeira própria para a sobrevivência. 

Esses povos não serão mais brasileiros. Serão estrangeiros. E com nações independentes soberanas, perderão o direito a todos esses benefícios sociais que o Estado Brasil lhes garante como nacionais. Estarão desprovidos de tudo: escolas, saúde, não industrializados, sem energia e nem para a produção agrária independente estarão preparados. A presa desnuda nas mãos de seus manipuladores. 

O interesse do mundo industrializado que os levou a esse caminho virá à tona logo nos primórdios da criação de suas nações. Neles esse povo indígena não encontrará o sustento de que estão acostumados, sem qualquer contrapartida por esses custos que o Brasil lhes põe à mesa. A invasão e domínio de seus territórios não terá mais a cara de proteção contra o Brasil que hoje lhes é vendida. Essas potências não conhecem outro destino senão o de seus interesses. Depenam tudo por onde passam. O exemplo mais brutal desse «protetorado» do primeiro mundo encontramos logo ali, na África. E será contra essas potências econômicas e bélicas que os índios, agora não mais brasileiros, terão de se defender ou perecer diante delas. Não vai acontecer nem uma coisa nem outra. 

Afinal suas fronteiras com a Nação Brasil que eles muito bem conhecem, estão logo ali. É um pulinho e estarão do outro lado. De novo em território nacional. 

O êxodo desse povo agora não mais brasileiro será um tsunami de volta à vida conhecida contra a qual eles foram levados a lutar e sair dela acreditando no paraíso perdido. Se é que vão sair. E o Brasil, por tudo que conhecemos de nosso povo, vai optar por recebê-los de volta em seu meio, de onde eles jamais deveriam ter saído, pois são parte integrante dele há quinhentos anos. 

Para trás deixarão suas Nações Indígenas, nações fantasmas, agora livres para o domínio buscado sem armas, mas com um terço de missionário na mão e pela frente a ingenuidade típica de nosso povo, sem que tenha havido uma guerra contra o Brasil. 

O que o Brasil não vai receber de volta é seu território perdido, entregue pela ignorância, servilismo, de gaiato e delírio internacionalista, por artimanhas engendradas contra a Nação para o domínio e exploração de suas riquezas, o único motivo da presença dessas potências em nosso território. Foi o que sempre quiseram, buscaram e alcançaram. Provavelmente nem eles mesmos contavam com tamanha facilidade e sucesso na empreitada. 

De um presidente Luiz Inácio Lula da Silva nada se pode dizer. O homem declarou aberta e publicamente aos seus comandados brasileiros que não gostava de ler. Não leu a Constituição do país que governou por 8 anos. De um presidente Fernando Henrique não se pode dizer o mesmo. Foi doutorado em universidades internacionais, enquanto esperava comodamente a chance de regressar ao país com títulos na mão, fugindo da responsabilidade e consequências que todos nós, os outros brasileiros enfrentamos. Aprendeu a ler. E suponho tenha lido também nossa Carta Magna. Cumpri-la ou não foi sua livre decisão. De uma presidente Dilma, que também sabe ler, esperamos a decisão de revogar até 24 de julho do ano de 2014, os crimes de lesa pátria praticados por seus antecessores no Planalto do Poder. Em não o fazendo, essa trilogia maldita terá de ser banida da vida pública desta Nação. 

Apostamos no desenrolar da coisa. Daqui a 20 anos o Brasil vai ter em sua população os mesmos meio milhão de habitantes de origem indígena que hoje se constata. E 20% de seu território jogado fora por obra e graça de três presidentes que fizeram tudo em seu caminho ao poder, só não foram patriotas e se esqueceram de que são brasileiros. E cuspiram em nossa Constituição sobre a qual eles juraram na frente de todos nós que eram seus guardiões. Triste destino. 

Tem alguém que acredita que a devastação territorial brasileira pára por aqui? Eu jamais. Somos um país rico demais para escapar às garras dos leões e eles conhecem melhor que nós nossas fraquezas.

Haveria salvação? Talvez. Por um ato de brasilinidade de nossa «Dama de Vermelho» em o querendo, Deus e as sucateadas Forças Armadas Brasileiras. As urnas em 5 de outubro chegarão tarde demais. 
Lidia Putini Lopes 
Advogada e agricultora 
E-mail Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.  
COM CONTEUDO JORNAL DA PAULISTA
http://www.jornaldapaulista.com.br/site/page.php?key=4499
DA REDAÇÃO DO FRANCO DA ROCHA NEWS
EDIÇÃO:
JORNALISTA DR. JOSÉ CARLOS PEREIRA
CIENTISTA POLITICO
ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS POLITICAS - CADEIRA 9
ALTO COMISSARIO DIREITOS HUMANOS
WORLD PARLAMENT OF SECURITY AND PEACE