RESERVA DE MERCADO E SEGURANÇA NACIONAL

Qua, 08 de Julho de 2015 06:07 Acessos: 4365
Imprimir

MAPA BRASIL

http://ireport.cnn.com/docs/DOC-1255691

 

RESERVA DE MERCADO E SEGURANÇA NACIONAL.

Qualquer nação seja do primeiro mundo ou em desenvolvimento deve se preocupar com a reserva de mercado protegendo a  propriedade intelectual  e a industria nacional.

No Brasil nos últimos quinze anos esse dois itens  tem sido vilipendiado em favor da grande potência chamada Tigre Asiático.

Isso mesmo no Brasil as indústrias e as pequenas empresas estão quebrando com a invasão no mercado brasileiro de produtos chineses indo de confecção a produtos eletrônicos muitas vezes replicas de “reserva de mercado” produzido e patenteado a propriedade intelectual, mas a força do dinheiro fala mais alto que a ética dos nossos governantes.

Goiás e Pernambuco dois polos têxteis estão falindo com a força do tigre asiático, enquanto a pequena indústria nacional, pequeno empreendedor presta mão de obra terceirizada a grandes marcas nacionais os chineses entram com o mesmo produto com vários incentivos vendendo a comerciantes muitas vezes por 20% do preço do produto nacional, gerando com isso desemprego em massa.

A ultima visita de nossa Presidenta Dilma Rousseff a China selou de vez a falência das indústrias no Brasil abrindo o mercado nacional a todo tipo de mercadoria produzida pelo tigre asiático.

A DESINDUSTRIALIZAÇÃO DO BRASIL.

Além de ser um nome complicado, mais complicado é a falência desse segmento e suas consequências para vários segmentos industriais.

Vamos tomar como exemplo os montadores de veículos Automotores do Brasil, isso mesmo, montadores, as indústrias de veículos no Brasil não são fábricas e sim montadoras e, nesse setor, centenas de indústrias satélites sobrevivem do mercado automobilístico e geram milhões de empregos em toda essa cadeia industrial.

Temos a indústria do capô do carro, do para-choque, do tampão, da porta malas, das portas, dos vidros dianteiros e traseiros, dos retrovisores, das maçanetas, dos frisos, das borrachas, dos parafusos, das porcas, dos bancos, dos tapetes, dos motores, das bobinas, da parte elétrica, das baterias, enfim, um segmento que gira milhões de empregos diretos e indiretos.

As indústrias terceirizam esses serviços, pois foi essa a condição para que se instalassem no Brasil e gerassem milhares de empregos diretos e indiretos, convenção esta homologada via arbitragem.

Destas empresas satélites que fornecem as peças para montagem dos veículos vem os fabricantes de chapas de alumínios e assim sucessivamente, até se chegar às indústrias como: Siderúrgica Nacional, que compra, recicla e inserem novamente no mercado as chapas de aço, ferro, alumínio que compram dos recicladores. Como podemos ver esse universo é gigantesco girando milhões de empregos, milhões de impostos e riquezas para o Brasil.

Hoje devido o aumento do Dólar esse segmento parou, existe nos pátios de várias montadoras milhões de veículos a espera de compradores que esperam a baixa dos preços e, na atual queda de braços, montadoras e câmaras setoriais do governo discutem saídas comerciais que sejam boas para ambas as partes. Enquanto isso não acontece, as montadoras deram férias aos seus trabalhadores e correm risco de demissão em massa, tornando inviável continuarem montando veículos no Brasil.

Fonte segura da FIESP (Federação das Indústrias de São Paulo) alega que essa crise já se expandiu para outros segmentos fora do setor automobilístico atingindo em cheio centenas de indústrias que diminuíram mais da metade de suas produções enquanto não ocorrer o ajuste fiscal, reajuste nos preços compatíveis, a concorrência com os importados que chegam ao Brasil 60% mais barato que o produzido neste país, de maneira que a variação cambial do dólar faz com que importadores fiquem bilionários na lei da oferta e da procura.

Na globalização, a China saiu na frente de todos os países do mundo na mega produção, uma vez que produzindo mais se consegue melhores preços nos mercados internacionais e a China acabou com vários segmentos no Brasil como no ramo de confecção, calçados, relógios, eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos e como fica a proteção de “reserva de mercado e nossas indústrias no Brasil”?

Essa crise é notória também no campo, o Brasil bateu recorde na produção de grãos, aves, suínos, gados, mas o dólar na cotação que se encontra inviabiliza as exportações, pois os contratos são cotados em dólar fixo e na variação se torna inviável importar do Brasil e os consumidores correm para novos mercados produtores.

Senhores brasileiros, a realidade do Brasil diante de um grande impasse que muitas indústrias acham melhor deixar o Brasil devido ao descontrole cambial e a concorrência desleal de produtos estrangeiros produzidos por mega potências como a CHINA QUEBRANDO AS RESERVAS DE MERCADO QUE O GOVERNO DEVERIA PROTEGER!

(...)

Segurança Nacional.

O Brasil como país signatário da Declaração Universal dos Direitos Humanos ONU e Pacto São José da Costa Rica OEA tem o dever de acolher refugiados que recorrem ao Brasil para proteção de suas vidas e seus direitos humanos fundamentais, ocorre que da mesma forma deve proteger antes de tudo nós os brasileiros que estamos expostos a todo tipo de doenças que estamos ficando expostos pela crescente vinda ao solo verde amarelo as cores de um povo soberano de haitianos, cubanos, colombianos, bolivianos que junto com seus sonhos trazem todos os tipos de doenças para serem contaminadas em todos os brasileiros. Haitianos em questão estão vindo via ACRE num deposito “chamado ônibus” despejados em São Paulo e não passam por nenhum exame para detectar  doenças tais como “ebola” dentre outras que já contaminaram muitos dos nossos soldados do glorioso exercito brasileiro que esta em território haitiano como Forças de Paz da ONU a insensibilidade desse nosso governo coloca em risco toda segurança nacional.

Todos os dias através da Ponte da Amizade que separa Brasil do Paraguai centenas de imigrantes ilegais adentram ao território nacional sem nenhuma fiscalização pelo menos que fosse “sanitária” são verdadeiras “bombas relógios” que quando explodirem dizimando doenças ai será tarde demais.   

Celso Dias Neves e Presidente do World Parlament  of Security And Peace – Mediador Internacional de Conflitos de bens Patrimoniais Disponíveis – Embaixador da Paz e Alto Comissário de Direitos Humanos  - Presidente da Câmara de Comércio Exterior da WPO Presidente da Academia Brasileira de Ciência Política - Voluntario da ONU Organização das Nações Unidas Registro n.o 181504 Jornalista MTB 3414/GO

 

    

Última atualização em Qua, 08 de Julho de 2015 06:12