A DESINDUSTRIALIZAÇÃO DO BRASIL.

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http://ireport.cnn.com/docs/DOC-1233159

A DESINDUSTRIALIZAÇÃO DO BRASIL.

 Além de ser um nome complicado, mais complicado é a falência desse segmento e suas conseqüências para vários segmentos industriais.

Vamos tomar como exemplo os montadores de veículos Automotores do Brasil, isso mesmo, montadores, as indústrias de veículos no Brasil não são fábricas e sim montadoras e, nesse setor, centenas de indústrias satélites sobrevivem do mercado automobilístico e geram milhões de empregos em toda essa cadeia industrial.

Temos a indústria do capô do carro, do pára-choque, do tampão, da porta malas, das portas, dos vidros dianteiros e traseiros, dos retrovisores, das maçanetas, dos frisos, das borrachas, dos parafusos, das porcas, dos bancos, dos tapetes, dos motores, das bobinas, da parte elétrica, das baterias, enfim, um segmento que gira milhões de empregos diretos e indiretos.

As indústrias terceirizam esses serviços, pois foi essa a condição para que se instalassem no Brasil e gerassem milhares de empregos diretos e indiretos, convenção esta homologada via arbitragem.

Destas empresas satélites que fornecem as peças para montagem dos veículos vem os fabricantes de chapas de alumínios e assim sucessivamente, até se chegar às indústrias como: Siderúrgica Nacional, que compra, recicla e inserem novamente no mercado as chapas de aço, ferro, alumínio que compram dos recicladores. Como podemos ver esse universo é gigantesco girando milhões de empregos, milhões de impostos e riquezas para o Brasil.

Hoje devido o aumento do Dólar esse segmento parou, existe nos pátios de várias montadoras milhões de veículos a espera de compradores que esperam a baixa dos preços e, na atual queda de braços, montadoras e câmaras setoriais do governo discutem saídas comerciais que sejam boas para ambas as partes. Enquanto isso não acontece, as montadoras deram férias aos seus trabalhadores e correm risco de demissão em massa, tornando inviável continuarem montando veículos no Brasil.

Fonte segura da FIESP (Federação das Indústrias de São Paulo) alega que essa crise já se expandiu para outros segmentos fora do setor automobilístico atingindo em cheio centenas de indústrias que diminuíram mais da metade de suas produções enquanto não ocorrer o ajuste fiscal, reajuste nos preços compatíveis, a concorrência com os importados que chegam ao Brasil 60% mais barato que o produzido neste país, de maneira que a variação cambial do dólar faz com que importadores fiquem bilionários na lei da oferta e da procura.

Na globalização, a China saiu na frente de todos os países do mundo na mega produção, uma vez que produzindo mais se consegue melhores preços nos mercados internacionais e a China acabou com vários segmentos no Brasil como no ramo de confecção, calçados, relógios, eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos e como fica a proteção de “reserva de mercado e nossas indústrias no Brasil”?

Essa crise é notória também no campo, o Brasil bateu recorde na produção de grãos, aves, suínos, gados, mas o dólar na cotação que se encontra inviabiliza as exportações, pois os contratos são cotados em dólar fixo e na variação se torna inviável importar do Brasil e os consumidores correm para novos mercados produtores.

Senhores brasileiros, a realidade do Brasil diante de um grande impasse que muitas indústrias acham melhor deixar o Brasil devido ao descontrole cambial e a concorrência desleal de produtos estrangeiros produzidos por mega potências como a CHINA QUEBRANDO AS RESERVAS DE MERCADO QUE O GOVERNO DEVRIA PROTEGER!

(...)

Celso Dias Neves e Presidente do World Parlament  of Security And Peace – Árbitro International mediador de Conflitos de bens Patrimoniais Disponíveis – Embaixador da Paz e Alto Comissário de Direitos Humanos  - Presidente da Câmara de Comércio Exterior da WPO Presidente da Academia Brasileira de Ciência Política - Voluntario da ONU Organização das Nações Unidas Registro n.o 181504.

The DEINDUSTRIALISATION OF BRAZIL.

 

Besides being a complicated name, the more complicated is the failure of this segment and its consequences for various industrial segments.

Let's take the example of Motor vehicle assemblers in Brazil, that's right, assemblers, vehicle industries in Brazil are not factories but automakers and, in this sector, hundreds of satellites industries survive the auto market and generate millions of jobs across this industrial chain.

We have the hood of the car industry, the bumper, the cap, trunk, doors, front and rear windows, rear view mirrors, the door handles, the friezes, rubbers, bolts, nuts, banks, carpets, motors, coils, electrical part, batteries, finally, a segment that rotates million direct and indirect jobs.

The industries outsource these services, because that was the condition for instalassem in Brazil and generate thousands of direct and indirect jobs, this agreement approved via arbitration.

These satellite companies that supply parts to vehicle assembly comes the aluminum plate manufacturers and so on, until you reach the industry such as National Steel, which buys, recycles and enter the market again steel sheets, iron, aluminum buy recyclers. As we can see this gigantic universe is turning millions of jobs, millions of tax and wealth for Brazil.

Today due the increase of the dollar this segment stood there in the backyards of several automakers million vehicles waiting for buyers expecting lower prices and the current fall of arms, automakers and government sector chambers discuss outlets that work for both parties. In the meantime, automakers gave vacation to their employees and are at risk of massive layoffs, making it impossible to continue assembling vehicles in Brazil.

Reliable source of FIESP (Federation of Industries of São Paulo) argues that the crisis has spread to other segments outside the automotive sector in reaching full hundreds of industries fell by more than half of their production does not occur while the fiscal adjustment, adjustment in prices compatible, competition with imports that arrive in Brazil 60% cheaper than that produced in this country, so that the exchange rate of the dollar makes importing billionaires become the law of supply and demand.

In globalization, China went ahead of all countries of the world in the mega production, since producing more is achieved best prices on international markets and China ended several segments in Brazil and clothing industry, footwear, watches, home appliances and electronics and as is the protection of "market reserve and our industries in Brazil"?

This crisis is evident also in the field, Brazil set a record in the production of grains, poultry, swine, cattle, but the dollar in the quotation that is unfeasible exports, since the contracts are quoted in US dollars and fixed the variation is not feasible to import Brazil and consumers rush to new producers markets.

Brazilian masters, the reality of Brazil before a great impasse that many industries find it best to leave Brazil due to the currency uncontrolled and unfair competition from foreign products produced by mega powers like China BREAKING THE MARKET RESERVES THE GOVERNMENT DEVRIA PROTECT!

(...)

 

Celso Dias Neves and President of the World Parlament of Security And Peace - International Referee goods Conflict mediator Equity Available - Ambassador of Peace and High Commissioner for Human Rights - Mayor of Foreign Trade WPO President of the Brazilian Academy of Political Science - Volunteer UN Register of United Nations in 181504.

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