GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO, DR. GERADO ALCKIMIN COMETE O MAIOR CRIME AMBIENTAL DA HISTÓRIA DO ESTADO DE SÃO E QUIÇÁ, DO BRASIL.

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MATERIA

 

DIA GLOBAL DO VOLUNTARIADO JOVEM

AMERICANA-SP 16,17 E 18 DE ABRIL DE 2014

WORLD PARLAMENT OF SECURYT AND PEACE

PRESIDENTE DR. CELSO DIAS NEVES

ARTICULISTA: JORNALISTA DR.JOSE CARLOS PEREIRA

ALTO COMISSÁRIO DO WPO PARA ASSUNTOS DIREITOS HUMANOS, SEGURANÇA E PAZ

GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO, DR. GERADO ALCKIMIN COMETE O MAIOR CRIME AMBIENTAL DA HISTÓRIA DO ESTADO DE SÃO E QUIÇÁ, DO BRASIL.

Com uma gestão irresponsável, no trato com o meio ambiente, e o suprimento necessário de água, para o Estado de são Paulo, visando a sua reeleição para o Governo do Estado de São Paulo, o Governador do Estado de São Paulo, Dr. Geraldo Alckmin cometeu um crime ambiental de proporções inimagináveis, e que hoje, afeta o Estado do Rio de Janeiro.

 

O uso indevido, da reserva chamada de volume morto, é um crime, no qual entendemos que, o Ministério Público Federal, tem que entrar no assunto, e oferecer processo, contra o Governador, pois visando unicamente proveitos políticos, cometeu um crime ambiental, que hoje, mostra as consequências que provocou o uso do volume morto, e também, não resolveu o problema da falta de água.

 

Neste andar da carruagem, como se supunha, não há mais como recuperar o Reservatório do Cantareira. Não foram feitas análises técnicas, o IBAMA não interviu, e toda a área no entorno do Cantareira, caminha célere para a desertificação, e isto vejo, como fato irreversível

 

Ao contrário do que vem a chamada grande mídia publicando, os Institutos de Meteorologia, está chovendo sim sobre o Reservatório do Cantareira. Moro vizinho à ele, e o índice pluviométrico aqui, tem sido alto. Não há como chover por aqui e não chover sobre o Reservatório do Cantareira.

 

Há uma lógica irrefutável, quando falamos, “o que se tira tem que ser reposto”. Raciocine comigo. Tomemos como parâmetro o veículo auto motor. Ele tem dois tanques para armazenamento de combustível, o principal e o reserva. Se consumir-se o combustível do tanque principal, completamente, os registros do painel anunciam que, já está em uso o tanque reserva, que geralmente tem 5 litros de combustível.

 

Providenciamos logo, abastecer o tanque principal, que em primeiro lugar vai completar o tanque reserva, para depois, começar a armazenar em si mesmo.

A lógica? O mesmo está acontecendo com o Reservatório do Cantareira. Foram utilizados os dois reservatórios auxiliares que chamam de volume morto, estão usando o terceiro, e o reservatório principal, só vai começar a encher de novo, depois que os volumes chamados “morto” estiverem cheios novamente.

 

Além disso, temos que computar o fato de que, o fundo do Reservatório do Cantareira, está totalmente rachado, e grande parte da água captadav ai esvair-se por estas rachaduras, irão para o lençol freático, e enquanto o nível necessário, para estabilização do leito do reservatório principal, todo índice pluviométrico que vier a cair, será alocado pela própria natureza, para enchimento dos reservatórios volume morto, que de forma indevida, pois já foram totalmente esvaziados e o terceiro está perto do fim de ser extinto.

 

O VOLUME MORTO VAZIO, É SINAL QUE TEREMOS DESLOCAMENTO DE TERRA, POIS VFICOU APENAS UMA CAVERNA, QUE A QUALQUER MOMENTO PODE TRANSFORMAR-SE EM UMA IMENSA CLATERA.

Ao tiramos, três pernas de uma cadeira, ou que seja apenas duas, ela não mais se sustentara em pé. A terceira perna de sustentação do sistema, no entorno do Reservatório do Cantareira, está sendo tirada, pois com o uso do volume morto, ficou somente o vácuo, onde outrora havia água.

 

É logico. Estas locas em breve perderão a sua suspenção, se o volume retirado de água não for resposto. É o mesmo se estivermos pintando a parede com uma brocha, encimados numa escada e nos tirarem a escada ainda estando pintando a parede. Nosso único ponto de apoio será a broxa, e assim, cairemos de forma vertical direto para o chão.

 

O assentamento do terreno será paulatino, e o não enchimento do volume morto retirado, de forma vertical, o solo vai se afundar.

 

O que protegia o Sistema Cantareira era os volumes mortos.

 

Nunca dantes foram utilizados, e agora creiam, o Cantareira vai ser extinto, pois a terra seca como está, sem a reserva do volume morto, vai secar de forma abrangente, e o Sistema Cantareira, vai para o fim, sem retorno.

 

O Cantareira, pela lógica, nunca mais se encherá, chova o que chover. É tanto que, mais um crime absurdo propõe o Senhor Governador, de um racionamento com 5 dias sem água e dois dias com.

 

Este Senhor é um irresponsável. Como ficam os Presídios, os Hospitais, as Escolas e Creches?

 

O Estado de São Paulo, não estava preparado para esta crise, prevista de há muito pelos mapas das pesquisas meteorológicas. 

Não deram atenção. Levaram o problema de "barriga" e ai está o resultado, crime sobre crime ambiental, na tentativa de resolver o in - solucionável, fruto da má gestão hídrica o Estado de São Paulo.

 

O Crime está denunciado, Cabe ao Ministério Público Federal entrar na questão, pois o próximo passo que estão planejando dar, é parar a construção civil, o que provocara um caos social, pois este setor é o que mais emprega no País, e a agua, é um insumo importante, para que se possa construir.

JORNALISTA DR. JOSE CARLOS PEREIRA

WPO/FRANCO DA ROCHA NEWS

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