EM 1964, POR MUITO MENOS, O GENERAL MOURÃO FILHO COM O APOIO DE MAGALHÃES PINTO. COLOCOU AS TROPAS QUE COMANDAVA RUMO AO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PARA POR FIM, A DESOBEDIENCIA DO MOVIMENTO LIDERADO PELO CABO ALSELMO, E POR AS “COISAS NO EIXO”

Dom, 20 de Julho de 2014 02:27 Acessos: 14687
Imprimir

EMFA

EM 1964, POR MUITO MENOS, O GENERAL MOURÃO FILHO COM O APOIO DE MAGALHÃES PINTO. COLOCOU AS TROPAS QUE COMANDAVA RUMO AO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PARA POR FIM, A DESOBEDIENCIA DO MOVIMENTO LIDERADO PELO CABO ALSELMO, E POR AS “COISAS NO EIXO”

EM 1964, POR MUITO MENOS, O GENERAL MOURÃO FILHO  COM O APOIO DE MAGALHÃES PINTO. COLOCOU AS TROPAS QUE COMANDAVA RUMO AO ESTADO DO RIO DE JANEIRO PARA POR FIM, A DESOBEDIENCIA DO MOVIMENTO LIDERADO PELO CABO ALSELMO, E POR AS “COISAS NO  EIXO”

 

Hoje, com um Poder Executivo e Legislativo sem rumo, com um Presidente entregando de mão beijado o Brasil para os Bolivarianos e Cubistas, as Forças Armadas, continuam aquarteladas, como se nada há acontecido, e o Brasil, à beira de uma Guerra Civil, e não temos mais Mourão Filho, não temos mais um Magalhães Pinto, para apoiar o movimento de Tropas, não para o Rio de Janeiro, mas para Brasília, Distrito Federal, para por ordem na casa,

 

SENHORES Comandantes das Três armas, Exército, Marinha e Aeronáutica.

A continuar nossas honradas Forças Armadas, a não fazer valer, suas prerrogativas constitucionais, e colocar em ordem a Casa Brasil, tenham a certeza, que uma carnificina de uma guerra civil pode acontecer em curtíssimo espaço de tempo, haja vista, nosso País esta subordinado a uma ditadura de esquerda e comunista, onde a Presidente da República faz o que quer, dilapida o Tesouro Nacional e trama, para fazer do Brasil, uma República Bolivariana, aos moldes da Guatemala, exemplo vivo da desgraça anunciada, e os senhores, comodamente ficam na Caserna, deixando  tudo acontecer, como que, estivéssemos em normalidade democrática.

 

De boca em boca, corre no meio do povo que, a Presidente Dilma Rousseff disse que precisou das forças armadas, somente para a Copa do Mundo de 2014, e que agora não precisa mais, ou seja, usou as Tropas Federais, Marinha, Exército e Aeronáutica, para mostrar a comunidade mundial, que tudo corria bem, apesar, do avantajado número de soldados nas ruas, para impor respeito, enquanto ela, de cara fechada, ao lado de grandes Lideres de Nações, mostrando que nada ia bem no Brasil. As vaias que recebeu, foram camufladas, pela chamada grande imprensa, e temos estas vaias, somente em vídeos postados na Rede Mundial de Computadores.

 

Estas vaias demonstram a revolta da Classe Média e Alta, contra o governo desta senhora, sabidamente ex - terrorista, pegou em armas contra as forças de segurança, e nutre um ódio visceral pelas forças armadas Brasileiras, já que negou ser a Comandante em Chefe do Estado, delegando esta função, para o Diplomata Celso Amorim, que virou da noite para o dia, chefe de um conjunto nominado de Estado Maior das Forças Armadas, inconstitucional, pois os componentes dele, não poderiam e não podem ser nomeados para a função designada, pois já entraram no período chamado de Aposentadoria Compulsória.

 

Estes mesmos que estão no Comando do Estado Maior das Forças Armadas, não se dignaram a recusar os cargos impostos a eles, devido, vai se lá saber, o aumento de soldo e outras regalias concedidas “por baixo do pano” e não duvidamos desta tese, pelo fato de, nestes 12 últimos anos de governo, o monte de dólares doados, a fundo perdido, retirado do BNDES, para serem enviados para outros países.

 

Esta ditadura de esquerda, Fidel Castrona e Bolivariana, nestes últimos 12 anos, sucatearam o Exército, a Marinha e a Aeronáutica, visando dentro deste tempo, ao final de mandato do atual Presidente, que se apresenta sempre dizendo, “no meu governo”, uma máxima que nos leva entender, “faço o que quero o resto que se dane.”

 

Raras são às vezes, que o Presidente atual, passa a tropa em revista, recentemente, como afirmamos acima, “precisei do Exército na Copa, não preciso mais”, corre a boca pequena este fato, que é deveras preocupante.

 

Estamos nestes últimos 12 anos, acompanhando de perto toda a movimentação da esquerda vermelha, patrocinada pelo próprio Tesouro Nacional, movimentos tais como, Movimento dos sem Terra, movimento dos Sem tetos e muitos outros que dia a dia surgem, os Black Bocks, e outros movimentos, como o do Metro em São Paulo e no Rio de Janeiro, dos Trens Suburbanos, e dos Motoristas e Cobradores, comandados pelos seus sindicatos, visando unicamente, desestabilizar unidades da Federação, para partirem para um motivo maior, desestabilizar a nação brasileira.

 

 

 

 

APROVADO NA CÂMARA PROJETO QUE AUTORIZA EXECUTIVO A DECIDIR SEM OUVIR O CONGRESSO SOBRE TRÂNSITO E PERMANÊNCIA DE FORÇAS ESTRANGEIRAS EM SOLO BRASILEIRO.

 

 

Senhores Militares

Talvez não haja atentados para os fatos a seguir, que comprovam uma insurreição a acontecer, em poucos dias ou dentro de poucos meses, se os senhores não tomarem uma providencia de pullso para restabelecer a Ordem Democrática em nosso querido Brasil.

No final de uma quarta-feira passada, de forma  excusa, o Plenário da Câmara dos Deputados, que legisla de acordo com o que o Poder Executivo deseja. Na calada de uma noite de quarta feira, a Câmara dos Deputados, aprovaram, de forma vergonhosa e inconstitucional,um Projeto de Lei, que permitirá o transito de tropas estrangeira por solo brasileiro, e pelo andar da carruagem, poderá atacar nossas próprias forças de defesa, pois o trânsito será livre, sem observação de nossos soldados, pelo fato de, nossa tropa, estará “de mãos amarradas por força deste decreto.

Desde 1989, temos, no Parlamento Mundial de Segurança e Paz, acompanhado cada passo do Senhor Luiz Inácio Lula da Silva, pois havia perdido a eleição para Fernando Collor de Mello, e tínhamos a certeza que haveria retaliação. E esta houve, com o movimento Caras Pintadas, que foi comandada pelo PT, com a invasão que fizeram nos Grêmios Estudantis, “fizeram a cabeça dos estudantes adolescentes,Paulo,  que por fim, levou Collor a renunciar.

Mas houve um contexto com a fundação do Foro São Paulo, de princípio parecendo mais uma ONG, “que não cheira ou fede”, e que Kia dar em nada. Até FHC e outros políticos do PSDB, PDT e outros nanicos, participaram da fundação do Foro São Paulo, enganados pelo PT, que seria uma ONG Socialista Democrática, e não Comunista.

Quem criou o Foro São Paulo, foi Lula, que em Cuba, no ano de 1990 visitou Fidel, e traçaram a minuta do Foro Brasil, e como implantar o comunismo modelo Cuba, no Brasil. A ultima reunião do Foro São Paulo, foi em Porto Alegre, muito divulgada pela chamada grande  imprensa, us espaço muito grande nos jornalísticos em horário nobre, pois dependiam das verbas de publicidade, liberadas pelo Governo Federal.

 

Outro fator que pesa muito, é que todas as concessões, estão próximo do final de concessão, com algumas, que já venceram o período, como a Platinada Rede Globo. É uma arma forte nas mãos do governo, para intimidar os empresários da área. Isto é provado, na abertura e encerramento da Copa, o tempo de transmissão veiculado pela TV e pelo Rádio, não correspondiam ao tempo real. Quem assistiu pela TV com o seu radio ligado, percebeu o grande lapso de sinal da TV e a narração pelo rádio, ou seja, toda a matéria da televisão passava por edição A      geração do sinal, era da FIFA, que também filtrou a transmissão na ilha de edição, e o tempo no qual o repórter fica esperando para perceber o sinal, foi muito maior. Este vácuo se dá pelo fato de, os segundos anteriores ilha de edição, estavam sendo ajustados. O que fazem na “até o diabo se assusta”.

O Foro São Paulo, rendeu muito para Castro. A Presidente do Brasil, fez um repasse, com dinheiro do BNDES, no montante  de 1 bilhão de Dólares, para a construção do Porto de Mariel, em Cuba, e todo o planejamento desta remessa de valores, foi tratada dentro dos objetivos do Foro São Paulo, que já não vivia se reunindo, mas sim de fato trabalhando para a criação do Bolivarianismo, ou seja, a Republica Socialista Comunista da América do Sul, Caribe e México.

A bem da verdade, este é um valor estimado, pois querendo propagando e pensando que brasileiro é “otário” foi para Cuba para a inauguração do Porto Mariel, financiado pelo Brasil, e onde já estavam atracados navios Russos e da Coréia do Norte, por certo representando também os chineses.

O mais constrangedor, nojento, eivado em todas instâncias com o produto

Recentemente, o governo da Dilma repassou mais de R$ 1 bilhão de dólares para financiar o porto de Mariel, em Cuba, com o carimbo de secreto. Nem se sabe exatamente quanto de dinheiro do Brasil está sendo encaminhando para as ditaduras comunistas na América Latina e África. Essa gigantesca movimentação financeira que drena recursos do erário não passa pelo crivo do Congresso Nacional. 

É por isso mesmo que uma pesquisa aberta aos internautas n da “fossa sanitária”, dos lixões a céu aberto no Brasil. Estava sendo feita uma sangria de grande porte no erário brasileiro, eivada, fétida como o produto das fossas  sanitárias, fétida como o lixão a CE aberto no Brasil, constantemente açodados por urubus e por crianças que vão disputar os alimentos vencidos que são jogados pelos coletores e grande empresas alimentícias.

Tudo pela nova ordem mundial, e o Estado Brasileiro que se dane. As Forças Armadas ficarão quietinhas, não reagirão, estão sucateadas, não há mais comida nos quartéis, os soldados e oficiais tem que levar marmita ou ir comer em sua residência. Lastimável a situação das Tropas. Estima-se, que num confronto direto para defesa do território brasileiro, as Forças Armadas Brasileiras, em apenas uma hora serão dominadas, por falta de poder de fogo. Possuem munição para apenas uma hora, e isto é real.

O próprio site de noticia da Câmara dos Deputados, informa que 80% dos Deputados votaram contra o Decreto (http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/SEGURANCA/455785-MINISTRO-DA-DEFESA-PODERA-PERMITIR-TRANSITO-DE-FORCAS-ESTRANGEIRAS-NO-BRASIL.html )

Mas vejam a barbaridade, Senhores Comandante Militares da Tropa Brasileira: nada menos que 270 Deputados, votaram a favor, e isto transforma, com aval da Camara dos Deputados. Este decreto leva a Presidente Dilma, a se transforma em um “FIDEL CASTRO DE SAIAS”, E EM MENOR TEMPO, COMO POR EXEMPLO AGORA, DEVIDO O PROBLEMA DA CONVENÇÃO OIT 169, AGIR COMO UM MADURO “TAMBÉM DE SAIAS.”

O Projeto de Lei Complementar 276/02, do Executivo, autoriza o presidente da República a delegar ao ministro da Defesa e aos chefes das Forças Armadas a permissão para forças estrangeiras transitarem pelo território nacional ou permanecer temporariamente.

Essa permissão vale para os quatro casos em que o presidente da República tem competência privativa para permitir que forças estrangeiras transitem ou permaneçam no território nacional, independentemente de autorização do Congresso Nacional. Esses casos, previstos na Lei Complementar 90/97, são os seguintes:

- execução de programas de treinamento e missão de transporte de pessoal ou carga coordenada por instituição pública brasileira;

- visitas oficiais ou não, programadas por órgãos do governo;

- atendimento técnico, para abastecimento, reparo ou manutenção de navios ou aeronaves estrangeiras; e 

- missão de busca e salvamento.

Decreto 8423 de Dilma Rousseff abre o caminho para a servidão dos brasileiros

 

Com licença de Hayek, podemos dizer que o Decreto 8.243 escancarou as portas para o caminho da servidão. É preciso ir devagar na sua análise para que aqueles que não creem em fantasmas, e só os veem quando aparecem com um porrete e um .45 nas mãos, acreditem neles.

 

O decreto ampara-se na Constituição: é competência exclusiva do presidente da República expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução, e dispor, mediante decreto, sobre a organização e o funcionamento da administração federal. O D 8.243 não é, no rigor constitucional, uma lei. Na prática administrativa característica dos regimes totalitários, é uma “norma” que, como toda norma da administração, deve ser cumprida. Não é isso o que acontece com as instruções normativas que a Receita baixa?

 

O problema está quando seus autores abusam dessa prerrogativa, confiantes na passividade dos ofendidos. O D 8243, a pretexto de organizar o funcionamento da administração, avança sem se deter em quaisquer limites, dividindo o Brasil em duas grandes massas de indivíduos, uns destinados a participar da administração e a auxiliar a produzir políticas públicas, outros que devem reger suas atitudes segundo as normas baixadas pelos novos órgãos da “democracia participativa e direta”.

 

A divisão da sociedade brasileira em dois grandes segmentos está clara no artigo 2.º, que define o que seja a sociedade civil: “Para os fins deste decreto, considera-se: I – Sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”. Donde se segue que:

 

— A administração federal está obrigada, desde o dia 23 de maio, a só permitir a colaboração de movimentos sociais, sejam institucionalizados, sejam não institucionalizados. Mas o que se entende por “institucionalizado” não se sabe, nem se decretou — seguramente não serão as associações civis que têm estatutos registrados em cartório. Na medida em que os sindicatos, os institutos, as ordens (OAB, por exemplo), as associações profissionais, os partidos políticos (com o perdão de Gramsci) etc. não são organizações de movimentos sociais, não pertencem aos grupos sociais que podem legalmente assessorar a administração federal – não pertencem à sociedade dita civil. A menos que estejam incluídos na palavra “coletivos” – mas ônibus são “coletivos”…

 

A referência a que o “cidadão” está entre os que compõem a “sociedade civil”, afora ser uma estultice, pois não se compreende “sociedade” sem “indivíduo” nem “estado democrático” sem “cidadão”, só encontra explicação caso permita que particulares “membros da sociedade civil”, indivíduos, possam participar enquanto tal do “diálogo entre a sociedade civil e o governo para promover a participação no processo decisório e na gestão de políticas públicas” — note-se: “participação no processo decisório”.

 

Assim, eles serão representantes da “sociedade civil” que passam a integrar a administração federal. Há no D8243 evidente abuso da prerrogativa de “dispor, mediante decreto, sobre a organização e funcionamento da administração federal” na medida em que alguém do governo escolherá os “cidadãos” e os “movimentos sociais” que decidem sobre políticas públicas. Quem? Quais? O decreto cuida disso — aliás, cuida de tudo, como se verá.

 

O D8243 reforma toda a administração federal, criando estrutura burocrática como convém aos que pretendem eternizar-se no poder. Há os “conselhos de políticas públicas”, que decidem sobre as políticas públicas e sua gestão. Depois, as “comissões de políticas públicas”, em que a “sociedade civil” e o “governo” dialogarão sobre “objetivo específico” dado pelo tema determinado para discussão. Segue-se a “conferência nacional”, para debater, formular e avaliar “temas específicos de interesse público”.

 

Note-se que essa “conferência” não cuida apenas de políticas públicas federais: poderá “contemplar etapas estaduais, distrital (sic), municipais ou regionais para propor diretrizes e ações acerca do tema tratado”. Há uma “Ouvidoria”, que cuidará também dos “elogios às políticas e aos serviços púbicos prestados sob qualquer forma ou regime…”. E há, finalmente, a “mesa de diálogo, mecanismo de debate e negociação com a participação de setores da sociedade civil (não mais “movimentos sociais”) e do governo diretamente envolvidos no intuito de prevenir, mediar e solucionar conflitos sociais”.

 

Convém prestar atenção às finalidades das “mesas de diálogo”, que devem “prevenir, mediar e solucionar conflitos sociais”. A Justiça do Trabalho pode dizer adeus a uma de suas funções; os conflitos entre índios e proprietários de terra não irão mais à Justiça, mas passarão pela “mesa” que os resolverá, da mesma maneira que qualquer outro “conflito social”. Criou-se uma “Justiça” paralela.

 

Depois da “mesa” temos o “fórum interconselhos”, que permitirá o “diálogo entre representantes de conselhos e comissões de políticas públicas… formulando recomendações para aprimorar sua intersetorialidade e transversalidade” (arre!). Num arroubo de fato participativo, abre-se “consulta pública” de “caráter consultivo” a qualquer interessado disposto a se manifestar “por escrito”…

 

A “consulta pública” é, pois, o consolo que se dá aos cidadãos que não pertencem aos “movimentos sociais”, se souberem escrever! Ao contrário dos participantes em debates — que são orais — nos conselhos, comissões, conferências, mesas e no fórum, que não precisam ser alfabetizados…

 

Pelo D8243, um secretário-geral se preocupará com dar aparência democrático-formal às decisões do governo. Eis o primeiro-ministro do governo democrático-participativo. Ninguém mais conveniente ao cargo que o secretário-geral da Presidência da República.

FONTE DESTA MATÉRIA SOBRE O DECRETO 8423:

cientista político, jornalista e escritor Oliveiros S. Ferreira, professor da USP e da PUC-SP. Destrincha com precisão o decreto autoritário da presidente Dilma Rousseff, que busca atrelar a administração federal ao PT e cria duas categorias de cidadãos: a dos aristocratas dos movimentos sociais de esquerda e… os outros.

 

Assim sendo senhores Comandante das Forças Armadas do Brasil. Dia 24 de Julho próximo, é o prazo final para que a Presidente, diga não a intervenção da ONU no Brasil. Pelo valor e coragem como vós tendes, por certo vão reagir, ou o Brasil perde mais de 50% de seu território. Lembrem-se senhores: Os primeiros que irão  para o paredão de Fidel e Lula serão os senhores, que não concordarem com o Comunismo no Brasil. Estão dando muito tempo para o mal acontecer de fato.

 

Nossas fronteiras secas, de Norte a Sul, estão desprotegidas. A Teresa da Argentina fechou com a Rússia, e a única provável aliança, é com o Paraguai, que até agora não se sabe, o porque  negou a sua participação no MERCOSUL.,

 

Senhores Militares. Pelo amor de Deus, de suas e nossas famílias. O Congresso Nacional não é confiável, menos ainda o Poder Executivo, resta uma única alternativa: Depor tanto a Presidente e o Congresso, e chamar o STF, com seus Ministros, para como uma regência, governarem o Brasil, até as eleições de Outubro próximo, e de imediato, no final das apurações, os eleitos assumam.

 

Não aos Militares no Poder, mas sim por sua intervenção, pois a constituição foi aviltada, pelo poder Civil. Ainda nos resta uma alternativa: O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. Se isto não for realizado pelas forças armadas, um futuro tenebroso nos espera.