GETÚLIO VARGAS, SÃO PAULO E A REVOLUÇÃO DE 1932. DILMA ROUSSEFF, BRASIL E A LOIT 169. BRASIL EM ROTA DE COLISÃO, RUMO À UMA DITADURA DE ESQUERA.

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GETÚLIO VARGAS, SÃO PAULO E A REVOLUÇÃO DE 1932. DILMA ROUSSEFF, BRASIL E A LOIT 169. BRASIL EM ROTA DE COLISÃO, RUMO À UMA DITADURA DE ESQUERA.

 

FRANCO DA ROCHA NEWS, 09 DE JULHO DE 2014 - 13H38
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GETÚLIO VARGAS, SÃO PAULO E A REVOLUÇÃO DE 1932. DILMA ROUSSEFF, BRASIL E A LOIT 169. BRASIL EM ROTA DE COLISÃO, RUMO À UMA DITADURA DE ESQUERA.
Não foi uma ou duas pessoas com quem conversei à semana passa, lógico, mais jovens que eu, que me inquiriram, o porque deste feriado só em São Paulo, e o que lfoi a Revolução de 1932, onde paulistanos e paulistas, a nominam de revolução de 32.

Inclusive, nas Escolas Paulista, que não abordam muito o fato do heroismo dos paulistanos e lpaulistas, há muita ignorancia do que aconteceu de fato. Este ano de 2014, a data de Comemoração da Revolução Constitucionalista, vem a propósito, pois a situação politica no Brasil, hoje, não difere muito do que acontecia com Getulio Vargas, o caudilho gaucho, na presidencia do Brasil.

Em 1930, ocorreu a Revolução de 1930 contra a intentona comunista, e Getulio Vargas, aproveitando, ltornou-se um verdadeiro ditador, e relutava em convocar a nação, para elaboração de uma nova Constituição.

O Brasil ficou com um quadro Político abjeto, todo o poder nas mãos de Getúlio Vargas, e são Paulo se revolta, e acaba estourando a Revolução de 1932, quando os paulistas se insurgem contra o Governo Federal. São Paulo não aceitava, sob qualquer hipótese, o quadro politico de ditadura vigente.

A elite paulista, o topo da piramide social, que era a classe mais favorecida, no contexto da história na Primeira República, estavam ansiosas para recuperar o prestígio político, que perderam com Getúlio Vargas, pós revolução de 1930.

Getulio Vrgas, levava de barriga a convocação de uma Constituinte, pois sentia-se muito confortavel com o Governo Provisório estabelecido pos revolução de 1930, e isto foi pouco a pouco, desgradando a classe média, principalmente a paulista, insatisfeitas com a situação.

O PRP, Partido Republicano Paulista e o PD Partido Democrático, lançam para opor a Getulio Vargas, a Cartal Constitucional Brasileira, e o fim da interferencia de Getulio Vargas, por meio do governo Federal nos Estados

A repercursão do povo foi deveras muito grande, e em São Paulo, a consciência patrita, se expande, e a mensagem de tomar posse da liberdade, por bem ou por mal, florescia nos corações paulistas.

Corria o dia 23 de Maio de 1932, e no centro da Capital Paulista, a Polícia foi para as ruas, com a intenção de dispersar manifestantes, que, a favor da Constituinte, protestavam, e a ação policial, provoca a morte de quatro manifestantes, jovens estudantes.

Sem o saber, as tropas de segurança, deram o mote, para a eclosão da revolução de 1932, e criaram a chamada MMDC - que são as iniciais dos nomes dos quatro estudantes mortos: Martins, Miragaia, Drausio e Camargo, e isto provocou, a entrada mais firme da classe média no movimento insurgente, contra Getulio Vargas.

No dia 9 de Julho, sem mais alternativa, tem inicio o confronto armado, e o estabelecimento da Revolução Constitucionalista. O exército revolucionario, recebe voluntariamente, jovens e adultos em sua infantaria, em São Paulo, que começa distribui-los em tres grandes frentes de batalha, na divisa com Minas Gerais, na do Paraná e no Vale do Paraíba,

O governo Paulista, traça a logistica de combate as tropas federais, se mobilizando, convocam, milhares de paulistas e paulistanos, para cooperarem com a Revolução Constitucionalista, e solicitam a doação de pratarias, jóias, para gerir os fundos necessários para que a Revolução fosse em frente.

A FIESP - Federação das Industrias do Estado de São Paulo, incumbiu as industrias no Estado lde São Paulo, para que revertessem a sua produção para uma industria de apoio a Revolução, e que fabricassem armas, fardamentos e tudo o que fosse necessário para o movimento fosse à frente, com sucesso.

As Organizações da Sociedade Civil, forneciam fardas, ajuda financeira, alimentos, e se tornaram centros de recrutamento para todo o Estado de São Paulo, para fortalecer o lexército paulista, em confronto direto com as tropas federais.

Mas as forças federais, era em numero muito maior, para uma mobilização ampla, e que póderia sufocar, a qualquer tempo, o Movimento MMDC de 1932, e disto estavam ciente, os comandantes militares, Isidoro Dias Lopes, Bertldo Klinger e Euclydes Figueiredo.

No inicio dos confrontos, tinham como garantia, se deflagassem o movimento revolucionário, a ajuda garantisada de outros estados da união, como o Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

S~so Paulo foi traído. Esta ajuda nunca chegou, e a solução foi a rendição as Forças Federais sob o pacto de que, fosse dado indulto aos rebelados e o facilitamento de os lideres militares, irem para o exilio no exterior. Em 3 de outubro de 1932, os Paulistas se rendem às Forças Legalistas Federais.

Mas o apoio não chega, e São Paulo é cercado pelas tropas legalistas. Após ajustes, envolvendo indulto aos rebeldes e facilidades para o exílio dos líderes civis e militares do movimento, os paulistas anunciam sua rendição em 3 de outubro de 1932.

DILMA, O DECRETO 8423, BRASIL 247 E A OIT 169 - A CONVENÇÃO QUE DIVIDE O BRASIL EM 216 PEQUENOS ESTADOS, PERDENDO 50% OU MAIS DE SEU TERRITÓRIO.
LEIAM ABAIXO defesa do decreto 8243, com fonte dos Anais da Camara dos Deputados:

Petistas defendem decreto que fortalece conselhos e criticam resistência da oposição à democracia participativa
Publicado em Outras notícias 06 Jun 2014
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A Carta Magna de 1988 é inequívoca quando registra, já no seu primeiro parágrafo, o princípio que rege a nossa democracia: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”. Tendo em vista essa diretriz e o longo histórico de contribuição dos conselhos setoriais para o aperfeiçoamento das políticas públicas, a presidenta Dilma Rousseff editou o decreto 8.243, de 23 de maio passado, criando a Política Nacional de Participação Social (PNPS).

A norma visa fortalecer e articular os mecanismos e as instâncias democráticas de diálogo e a atuação conjunta entre o governo federal e sociedade civil. A PNPS estabelece objetivos e diretrizes relativos ao conjunto de mecanismos que permitem o compartilhamento de decisões sobre programas e políticas públicas, tais como conselhos, conferências, ouvidorias, mesas de diálogo, consultas públicas, audiências públicas e ambientes virtuais de participação social.

Na Câmara, diversos petistas defenderam o decreto e a PNPS, bem como criticaram a resistência da oposição conservadora à democracia participativa. O deputado Fernando Ferro (PT-PE) ocupou a tribuna para falar sobre o tema. “Todos nós aqui elogiamos a ida da população às ruas reivindicar, participar, provocar a política e exigir ser ouvida. Isso é participação. A Constituição brasileira prevê que a democracia é representativa, mas também prevê os mecanismos de participação direta da população na formulação das políticas”, afirmou o pernambucano.

“Os partidos políticos já não dão conta de responder aos anseios da sociedade, é importante que outros movimentos surjam e é importante que a nossa democracia acolha e reconheça a voz desses outros segmentos”, acrescentou Ferro.

“O decreto apenas consolida conquistas da sociedade civil na participação social. Não entendo a gritaria da oposição”, registrou o deputado Nilmário Miranda (PT-MG), que listou vários conselhos nacionais que funcionam há décadas, como o de Saúde (1937), o do Meio Ambiente (1980), o dos Direitos das Crianças e Adolescentes (1990) e o de Segurança Alimentar e Nutricional (1993), entre outros.

Para o deputado Valmir Assunção (PT-BA), o decreto é “uma grande conquista dos movimentos sociais que clamam por maior participação” e fortalece a sociedade civil. “Não tenhamos medo do povo. É saudável e democrático que ampliemos cada vez mais os espaços de diálogo e participação entre sociedade política e sociedade civil. O decreto da presidenta Dilma é um ótimo começo. Agora, vamos fortalecer cada vez mais a mudança do sistema político brasileiro e consolidar de vez a participação como princípio fundante da nossa democracia”, defendeu Valmir.

A deputada Erika Kokay (PT-DF) disse que recebeu com “extrema estranheza” a iniciativa de alguns partidos da oposição para sustar o decreto da PNPS. “Isso é democracia participativa! Isso é fundamental! Esta oposição não entende nada de democracia”, criticou a parlamentar.

Erika citou até uma personagem grega para dizer o que realmente deseja a oposição conservadora. “A oposição faz política como Medeia — Medeia assassinou na tragédia grega os seus filhos para punir o seu ex-marido que a traiu —, ou seja, não hesita em punir o povo brasileiro para tentar punir a Presidência da República”, mencionou a deputada.

Para Fernando Ferro, a reação raivosa da oposição de direita é “desproporcional” e “mostra claramente o medo do povo, o medo da participação popular”, como se a iniciativa da Presidenta fosse anular a representação parlamentar. “Ora, nós sabemos que o DEM é um partido de origem da ditadura militar. Já foi Arena, PDS, PFL, por enquanto é DEM, daqui a uns dois ou três meses não sei mais o que se chamará. Mas a origem ideológica é da ditadura, por isso a reação a um decreto que cria um sistema de participação popular”, argumentou Ferro, para quem a oposição “vive a repetir a manchete atrasada dos jornalões conservadores do Brasil”.
Confira a íntegra do decreto 8.423:
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Decreto/D8243.htm

Assim sendo, nada difere das intenções de Getulio Vargas de Reinar como Ditador. Dilma Rousseff faz o mesmo, na busca de implantar o comunismo no Brasil. Senhores Comandante do Exército Brasileiro, das Forças Armadas como um todo, principalmente no Estado de São Paulo, srá que n~kao chegou a hora de agir? Vão deixar que Fidel Castro mande no País? Os senhores estão com a palavra. A situação nada difere de 1930 a caminho para a situação de 1932, com Fidel Castro fungando no pescoço de cada brasileiro. É chegada a hora de evitar uma carnificina que não é necessária. Um conflito de guerra civil, que podera se espalhar por todo continente sul americano
DA REDAÇÃO DO FRANCO DA ROCHA NEWS
EDIÇÃO: JORNALISTA DR. JOSÉ CARLOS PEREIRA
CIENTISTA POLITICO
ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIAS POLITICAS – 
CADEIRA IMORTAL Nº. 9
ALTO COMISSARIO DIREITOS HUMANOS
WORLD PARLAMENT OF SECURITY AND PEACE
CAPELÃO TEMPLARIO
ORDEM TEMPLÁRIA HUMANITÁRIA
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