A VOLTA DE KOFI ANNAN: UMA NECESSIDADE DA HUMANIDADE PARA QUE, A ARBITRAGEM E CONCILIAÇÃO ENTRE RAÇAS

Qui, 05 de Fevereiro de 2015 22:14 Acessos: 3821
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QUANDO ESCREVEMOS EU E O ALTO COMISSÁRIO DE DIREITOS HUMANOS DA WPO JOSÉ CARLOS PEREIRA A REALIDADE DA ONU ERA UMA HOJE MAIS DO QUE NUNCA DEVEMOS LUTAR PARA QUE A ONU SEJA REMODELADA AO SÉCULO XXI.

QUANDO DA FUNDAÇÃO DA ONU ERA O MAIOR CENTRO HUMANITÁRIO DO PLANETA TERRA VOLTADA AOS DIREITOS HUMANOS E AO COMBATE A TODOS OS TIPOS DE VIOLAÇÕES CIVIS , HOJE A ONU SE TORNOU O MAIOR CENTRO DE DISTUPA POL[ÍTICA DO UNIVERSO SE ESQUECENDO DA PARTE HUMANITÁRIA SE TORNANDO O MAIOR CENTRO GLOBAL DE DISPUTAS POLITICAS. O QUE ESTAMOS ASSISTINDO HOJE NO MUNDO E UMA FALTA DE LIDERANÇA GLOBAL QUE DEVE COMEÇAR PELA ONU QUE DEVE REESTRUTURAR TODOS SEUS DEPARTAMENTOS E TRAZER A ONU A REALIDADE DO SÉCULO XXI.

NÃO SOMOS CONTRA BAN KI MOON SOMOS  CONTRA ESSA POLITICAGEM QUE VIROU O CENTRO DAS NAÇÕES UNIDAS.

QUANDO CITAMOS A VOLTA DE KOFFI ANNAN SOLICITAMOS A VOLTA DA MEDIAÇÃO DE CONFLITOS A CONCILIAÇÃO DE INTERESSES VIA BASE DIPLOMÁTICA NENHUMA NAÇÃO NO MUNDO ACEITA MAIS EMBARGOS, COMO QUEM ESTA ERRADO NÃO REVENDO SEUS ERROS PODEM COBRAR SOLUÇÕES PACIFICAS EM CONFLITOS DE VARIAS NATUREZAS GLOBAIS.

CELSO DIAS NEVES PRESIDENTE DO WORLD PARLAMENT OF SECURITY AND PEACE DIA 5 DE FEVEREIRO DE 2015 AS 22:00 HORAS PM GOIANIA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 

A VOLTA DE KOFI ANNAN: UMA NECESSIDADE DA HUMANIDADE PARA QUE, A ARBITRAGEM E CONCILIAÇÃO ENTRE RAÇAS, TRIBOS E NAÇÕES, VOLTE A ACONTECER NA ONU – ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS.FRANCO DA ROCHA NEWS, 12 DE JULHO DE 2014 – 22H05COLUNA ACONTECE AGORA – www.francodarochanews.jex.com.brA VOLTA DE KOFI ANNAN: UMA NECESSIDADE DA HUMANIDADE PARA QUE, A ARBITRAGEM E CONCILIAÇÃO ENTRE RAÇAS, TRIBOS E NAÇÕES, VOLTE A ACONTECER NA ONU – ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS.Há pouco, iniciando a redação desta matéria, Israel bombardeava a Faixa de Gaza, e posicionava seus tanques de guerra, para uma invasão, de consequências imprevisíveis. Tudo começou com a morte de três adolescentes israelenses, a semana passada, e houve uma retaliação de Israel, matando um adolescente palestino.A belicosa região da Palestina, volta outra vez efervescer. Também há poucas horas, da fronteira do Líbano, houve disparos de mísseis contra o território de Israel, que felizmente caíram em áreas não habitadas. Não se sabe se foi o Hamas ou outra organização que lançaram os mesmos.A vida do Secretário Geral da ONU, não é nada fácil. Em suas articulações, luta com o contraditório, de questões internas e externas de seus países membros, que na maioria das vezes, ocorrem por discordância política, onde os Direitos Humanos são atingidos, e o Secretário Geral tem que agir, convocar o Conselho de Membros da ONU, para buscar uma via de arbitragem, independente, visando a concordância e a paz, entre as partes litigiosas.A Geo Política Mundial, hoje está muito diferente, mais violenta, que no período em que Kofi Annan, mas se o mundo, empresarial e das sociedades civis, houvessem obedecido a normativa que Annan deixou, um dos maiores patrimônio da ONU, que é, OS OBJETIVOS DO MILÊNIO, DENTRO DO UM GLOBAL COMPACT, QUE ABAIXO vai postado abaixo, Kofi Annan, deixou, formatado, tudo o que era preciso fazer para mudar o mundo, e se as metas do Objetivos do Milênio, - ODM – houvesse sido dado um andamento da forma que foi dada dentro da Administração de Kofi Annan, tudo seria muito diferente em nossos dias. Veja a proposta da ODM:As Metas do Milênio (ONU): Princípios e ValoresPor Maria da Glória Colucci (http://rubicandarascolucci.blogspot.com.br/2009/02/as-metas-do-milenio-onu-principios-e.html) Nos dias 6 a 8 de setembro de 2000, em Nova Iorque, 147 chefes de Estado e de Governo e 191 países que participaram da Cimeira do Milênio aprovaram a Declaração do Milênio das Nações Unidas (Resolução A/Res/95/2, de 8 de setembro de 2000).A Declaração ressalta a necessidade comum de respeito e defesa dos princípios da dignidade humana, da igualdade e da equidade. Frisa um compromisso com todos os habitantes do planeta e em especial com as crianças e os mais desfavorecidos. Reafirma o propósito de estabelecer uma paz justa e duradoura em todo o mundo. Destaca que a autodeterminação dos povos e os direitos humanos e liberdades fundamentais devem ser preservados.A globalização se apresenta como principal desafio aos países signatários da Declaração e reconhece que seus benefícios e custos são distribuídos de forma desigual, onerando os países em desenvolvimento e aqueles com economias em transição.São eleitos como valores fundamentais às relações internacionais no século XXI: a liberdade, a igualdade, a solidariedade, a tolerância, o respeito pela natureza e a responsabilidade comum pelo desenvolvimento social e econômico do mundo.Os citados valores, para serem traduzidos em ações, são identificados por um conjunto de Objetivos ou Metas (ODM).A paz, a segurança e o desenvolvimento são voltados para a libertação dos povos do flagelo da guerra e a eliminação dos perigos que as armas de destruição maciça representam, tendo como base o primado da lei, a prevenção de conflitos, o combate ao terrorismo, ao crime transnacional, ao tráfico de drogas e as armas ligeiras.A erradicação da pobreza deve ser promovida mediante a criação de condições propícias à sua eliminação, como o financiamento do desenvolvimento sustentável. A transparência dos sistemas financeiros, monetários e comerciais e a governabilidade no plano interno também devem ser incentivados pelos países industrializados, mediante a redução da dívida dos países mais pobres muito endividados.São, ainda, propósitos da Declaração os seguintes: a) a redução à metade do percentual de pessoas que não têm acesso a água potável ou carecem de meios para obtê-la; b) o acesso das crianças e jovens ao ensino básico e a todos os níveis de ensino; c) a redução da mortalidade materna e infantil; d) a inversão da tendência atual do HIV e de outras doenças graves; e) a melhoria das condições de vida e moradia nas zonas urbanas degradas; f) a promoção da igualdade entre sexos e a autonomia da mulher; g) a oferta de trabalho digno e produtivo aos jovens; h) o incentivo à indústria farmacêutica para colocar ao alcance de todas as pessoas dos países em desenvolvimento os medicamentos essenciais; e) a colaboração com o setor privado e organizações da sociedade civil em prol do desenvolvimento e da erradicação da pobreza; j) a promoção do acesso a novas tecnologias, em particular das tecnologias da informação e das comunicações.Como de pode observar, os princípios e valores da Declaração coincidem com os objetivos da República Federativa do Brasil, previstos no art. 3º da Constituição Federal.A Declaração do Milênio das Nações Unidas (Resolução A/Res/95/2,de 8 de setembro de 2000) reafirma o compromisso com o ambiente comum e o desenvolvimento sustentável, enunciados na Agenda 21 (3-14 de junho de 1992, Rio de Janeiro); bem como com os do Protocolo de Quioto, da Convenção sobre a Diversidade Biológica (junho, 1992) e a Convenção das Nações Unidas de Luta contra a Desertificação. Propõe-se a combater a exploração insustentável dos recursos hídricos; a cooperar para reduzir o número e os efeitos das catástrofes naturais e as provocadas por seres humanos e a garantir o livre acesso à informação sobre a sequencia do genoma humano.Os direitos humanos, a democracia, a boa governança e o fortalecimento do Estado de Direito serão objetivados com base na Declaração Universal dos Direitos Humanos. Os direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais de todas as pessoas, em todos os países e os direitos das minorias. Todas as formas de violência contra a mulher serão combatidas com base na Convenção sobre Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher. Pretende acabar com os atos de racismo e xenofobia e adotar medidas para garantir o respeito e a proteção dos direitos humanos dos migrantes e a participação efetiva de todos os cidadãos, em todos os países.Quanto à proteção dos grupos vulneráveis, representados pelas crianças e todas as populações civis que sofrem devido a catástrofes naturais, atos de genocídio, conflitos armados e outras situações de emergência humanitárias; a Declaração se propõe a intensificar a cooperação internacional em prol dos refugiados e da aplicação integral da Convenção sobre os Direitos da Criança, combatendo o envolvimento de crianças em conflitos armados e lutando contra a venda de crianças, a prostituição e a pornografia infantis.A Declaração dedica à democracia na África, à erradicação da pobreza e ao desenvolvimento sustentável dos povos africanos, atenção especial.Igualmente, reforça o papel das Nações Unidas como um instrumento eficaz para o atingimento das seguintes prioridades: a luta contra a pobreza, a ignorância e a doença; a luta contra a injustiça, a luta contra a degradação e destruição do nosso planeta.A Declaração, por fim, reafirma o papel central da Assembléia Geral, do Conselho de Segurança, do Conselho Econômico e Social, do Tribunal Internacional de Justiça e de seus organismos, com vista à promoção da paz e do desenvolvimento mundiais.Encerra-se a Declaração com a solene afirmação: “... as Nações Unidas são a indispensável casa comum de toda a família humana, onde procuraremos realizar as nossas aspirações universais de paz, cooperação e desenvolvimento. Comprometemo-nos, portanto, a dar o nosso apoio ilimitado a estes objetivos comuns e declaramos a nossa determinação em concretizá-los.” (Item 32 da Resolução).No Brasil, as Metas do Milênio se apresentam da seguinte forma:1.ª) Erradicar a extrema pobreza e a fome. 2.ª) Proporcionar a educação básica para todos. 3.ª) Promover a igualdade entre sexos e a valorização da mulher. 4.ª) Reduzir a mortalidade infantil. 5.ª) Melhorar a saúde das gestantes. 6.ª) Combater a AIDS, a malária e outras doenças. 7.ª) Garantir a qualidade de vida e o respeito ao meio ambiente. 8.ª) Estabelecer uma parceria mundial para o desenvolvimento. São diversas as instituições governamentais e não governamentais, grupos de pesquisa e interessados envolvidos no atingimento das referidas Metas, no território brasileiro.Maiores informações poderão ser obtidas através dos seguintes sites:http://www.objetivosdomilenio.org.br/; www.ensp.fiocruz.br/radis.Disponível em: http://www.institutosc.org.br/Noticias/Agosto2006%20Noticias.aspPostado por Maria da Glória Colucci às 05:37 Marcadores: Artigo: As Metas do Milênio (ONU): Princípios e ValoresSua trajetória ficou nitidamente marcada por momentos de aplausos e, em outras ocasiões, pairou sobre ele a desconfiança e a impressão de que ele pouco ou nada poderia fazer. Na prática, ocupou um dos cargos mais relevanteque, na maioria das vezess do planeta, o de secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), justamente em um período em que o próprio papel de um dos mais antigos e importantes organismos multilaterais foi duramente questionado. Mas seu tempo nessa função está chegando ao fim. A partir de 1º de janeiro, o economista ganês Kofi Annan deixará seu posto e será substituído pelo chanceler sul-coreano Ban Ki-Moon.Kofi Annan, de 68 anos, dedicou 44 deles à Organização como funcionário de carreira e, só em sua última função (foi o sétimo secretário-geral, desde a criação da entidade, há 60 anos), ficou por dois mandatos consecutivos, que totalizaram dez anos. Sua gestão no cargo máximo da ONU se destaca por uma série de ações, como visitas a diversos países para discutir e incentivar ações nas áreas da saúde, meio ambiente, ajuda a refugiados, entre outros assuntos, com ênfase para o problema da Aids, em relação ao qual manifestou especial interesse por ser também uma causa pessoal.Mas Annan não teve vida fácil em um contexto em que aconteceram mudanças intensas de todas as ordens, políticas e diplomáticas, incluindo conflitos e intervenções militares em todo o mundo. “Ser secretário-geral da ONU é uma das funções mais complicadas que existem no mundo. Depois de eleito, você não tem um ‘partido’ a seu favor. Tem que construir apoios”, definiu o ex-embaixador do Brasil na ONU (1999-2003), Gelson Fonseca Junior, que é atualmente cônsul geral do Brasil em Madri (Espanha).Outra questão fundamental para se avaliar o desempenho da entidade são os seus limites de atuação direta, pequenos em relação às expectativas da opinião pública mundial. “É natural que isso gere frustração. Nesta década, ele passou por um período pior do que o imediato pós-Guerra Fria”, explica o coordenador do curso de Relações Internacionais da PUC-SP e professor da Unesp e Unicamp, Reginaldo Nasser. “O problema mais grave foi a crise dos Bálcãs. Porém, o que marcou o perío¬do foram os vários conflitos civis, as guerras étnicas e o terrorismo. Fatos e processos para os quais a ONU não foi pensada”, avalia.Fonseca Junior destaca duas fases da gestão de Annan, uma boa, outra nem tanto. A primeira, que ele considera exitosa, teve seu auge no biênio 2000-2001. Em 2000, Annan lançou aquele que foi considerado um desafio para o mundo: a Declaração do Milênio, com oito macroobjetivos a serem atingidos pelos países membros até o ano de 2015, por meio de ações concretas dos governos e da sociedade, chamadas de Metas de Desenvolvimento do Milênio. Para o assessor para o Desenvolvimento Humano Sustentável do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), José Carlos Libâneo, Kofi Annan ficará na história da instituição justamente pela iniciativa de propor as Metas do Milênio. “É uma agenda mínima de bem-estar social, concisa e ambiciosa, que reuniu em um compromisso um número recorde de Estados (119)”. Um ano depois, foi criado pela ONU um fundo global para saúde e para o combate à Aids em países em desenvolvimento. Por conta de todas essas iniciativas, em 2001, Annan recebeu o Prêmio Nobel da Paz.EUA e autonomiaA marca pessoal de Annan à frente da organização foi um traço significativo e até mesmo inesperado de sua gestão. “Ele foi escolhido com apoio norte-americano por ser uma pessoa neutra e pelo fato de ser oriundo de um país em desenvolvimento, mas se tornou uma personalidade com uma postura independente em relação às grandes potências quando levantou, por exemplo, discussões sobre reformas internas na organização”, pontuou o diretor do Observatório Social, Kjeld Jakobsen.Também por conta dessa autonomia, a ONU sofreu diversos abalos. A dita “fase ruim” de Annan é representada de forma exemplar pelo ano de 2004, denominado pelo próprio secretário-geral como annus horribilis, devido a uma seqüência de escândalos envolvendo a entidade, ele e sua família. Na época, verificou-se que soldados da força de paz foram apontados como responsáveis por abusos contra mulheres no Congo e na Libéria. Enquanto isso, no Oriente Médio, uma comissão externa independente da ONU provou que houve desvio de verbas e recebimento de propina por uma série de empresas e até por funcionários da Organização, por meio do Programa Petróleo-por-Comida (Oil-for-Food). O projeto foi criado com a intenção de ajudar a garantir as necessidades básicas dos iraquianos e funcionou de meados de 1996 até 2003, antes da invasão do Iraque pelos Estados Unidos.Entre as empresas citadas no caso estava a suíça Cotecna, onde trabalhava o filho de Annan, Kojo. As avaliações, porém, descartaram o envolvimento do secretário, embora tenham confirmado o desvio de dinheiro. No entanto, o assunto foi usado por parte da bancada neoconservadora norte-americana para desestabilizar a instituição.Segundo o professor Ladislau Dowbor, que já foi consultor da Secretaria Geral da ONU na área de Assuntos Políticos Especiais (1980-81), este episódio não conseguiu abalar a imagem de Annan. “Ele foi uma presença forte da África no cenário internacional, representou melhor os países de Terceiro Mundo dentro da organização. E os EUA, que queriam uma ONU mais dócil, tiveram que vê-la querendo aumentar seu espaço de negociação mundial. Sistematicamente apostaram contra ela”, comenta.Annan já admitiu publicamente suas frustrações, comentando que durante sua gestão conseguiu poucos avanços nas questões de não-proliferação nuclear, desarmamento e na reforma do Conselho de Segurança. “Penso que se pudesse voltar nos últimos anos, uma coisa que eu gostaria de ter visto é que nós fizemos tudo que podíamos para evitar uma guerra no Iraque, a qual trouxe divisão dentro desta organização e na comunidade internacional. E isso é uma coisa que ainda me atormenta, o fato de uma organização internacional como a nossa não ter sido capaz de fazê-lo”, disse em entrevista coletiva anual, dada em 2005.Mesmo assim, a maioria dos especialistas analisa que, dentro das dificuldades e da oposição norte-americana, o ganês cumpriu uma importante tarefa, ampliando as operações de paz internacionais, com negociações e pedidos para manutenção do diálogo entre países, como no caso da Coréia do Norte e Irã com os Estados Unidos. Além disso, a organização teve atuação significativa com ajuda humanitária na África e no Sudoeste Asiático.“Annan deixa um legado de interesse, compromisso e luta social muito importante”, comenta o atual embaixador brasileiro na ONU, Ronaldo Sardenberg. Ele cita como feitos fundamentais a participação de Annan no lançamento da Central Internacional para a Compra de Medicamentos contra Aids (Unitaid), com recursos oriundos da contribuição sobre passagens aéreas, compromisso no qual 18 países, entre eles o Brasil e a França, já se engajaram. Quanto ao futuro secretário, Sardenberg é taxativo: torce para que ele “siga os passos de Annan no campo social”. Retornando ao assunto, os motivos acima, é que no leva a defender a volta de Kofi Annan, pois há uma expectativa certa, que o UM Global Compact, é uma excelente ferramenta, para o desenvolvimento econômico, social, espiritual e humano, e limitar os conflitos que a todo dia surgem.

DA REDAÇÃO DO FRANCO DA ROCHA NEWS EDIÇÃO: JORNALISTA DR. JOSÉ CARLOS PEREIRA CIENTISTA POLITICO ACADEMIA BRASILEIRA DE CIÊNCIA POLITICA – CADEIRA IMORTAL Nº. 9 ALTO COMISSARIO DIREITOS HUMANOS• WORLD PARLAMENT OF SECURITY AND PEACE

Última atualização em Qui, 05 de Fevereiro de 2015 22:17